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	<title>Letra Jurídica &#187; Concursos</title>
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	<description>Seu blog sobre Direito</description>
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		<title>Recursos da prova da OAB 2009.2</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 12:38:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Américo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Concursos]]></category>
		<category><![CDATA[Vida de Estudante]]></category>
		<category><![CDATA[oab]]></category>

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		<description><![CDATA[Já esta disponível o espelho da prova no link dos recursos.
Site: http://www.cespe.unb.br/concursos/OAB2009_2/OAB_PE/
Prorrogado o prazo para recurso até o dia 20 de novembro de 2009
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Já esta disponível o espelho da prova no link dos recursos.</em></p>
<p><em>Site: </em><a href="http://www.cespe.unb.br/concursos/OAB2009_2/OAB_PE/">http://www.cespe.unb.br/concursos/OAB2009_2/OAB_PE/</a></p>
<p>Prorrogado o prazo para recurso até o dia 20 de novembro de 2009</p>
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		</item>
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		<title>Novo Modelo Para a Prova da OAB</title>
		<link>http://www.letrajuridica.com.br/2009/11/16/novo-modelo-para-a-prova-da-oab/</link>
		<comments>http://www.letrajuridica.com.br/2009/11/16/novo-modelo-para-a-prova-da-oab/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 02:02:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Américo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Concursos]]></category>
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		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<category><![CDATA[Vida de Estudante]]></category>

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		<description><![CDATA[Novo Modelo Para a Prova da OAB ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Muitos falam em extinguir a prova da OAB, considero que essa medida é por demais radical ela colocaria em risco a classe.</em> <em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>O que deveria ser adotado é uma nova forma de avaliação, essa nova forma privilegiaria não só a prova como meio de julgamento do futuro advogado, mas teria como eixo de avaliação o desempenho do candidato sua vida acadêmica, levar-se-ia em conta os seguintes critérios: </em></p>
<p><em>1ª Notas na Faculdade</em></p>
<p><em>2ª Artigos Publicados, Monitorias, participação em grupos de pesquisa em extensão</em></p>
<p><em>3ª A prova propriamente dita, dividida em duas fases como é</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Espelho só amanhã</title>
		<link>http://www.letrajuridica.com.br/2009/11/16/espelho-so-amanha/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 01:30:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Américo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Concursos]]></category>
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		<category><![CDATA[Vida de Estudante]]></category>

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		<description><![CDATA[ESPELHO DA PROVA 2009.2. SÓ AMANHÃ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O<em> CESPE demonstrou amadorismo, apesar da experiência adquirida em outros certames. Não houve ainda a divulgação do espelho da prova prática 2009.2, ao que parece, só haverá algo novo amanhã.</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Segunda Fase OAB Penal 2009.2 &#8211; Espelho preliminar</title>
		<link>http://www.letrajuridica.com.br/2009/10/25/segunda-fase-oab-penal-2009-2/</link>
		<comments>http://www.letrajuridica.com.br/2009/10/25/segunda-fase-oab-penal-2009-2/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 23:29:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogenes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Concursos]]></category>
		<category><![CDATA[Vida de Estudante]]></category>
		<category><![CDATA[cespe]]></category>
		<category><![CDATA[espelho]]></category>
		<category><![CDATA[oab]]></category>
		<category><![CDATA[penal]]></category>
		<category><![CDATA[segunda fase]]></category>

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		<description><![CDATA[Pessoal segue abaixo uma compilação preliminar do gabarito/espelho da prova Prático-Profissional da OAB/Cespe 2009.2 na área de Direito Penal.
Essa postagem é preliminar, portanto pode haver aditamento de informações. Caso haja alguma, colocarei em vermelho para saberem que foi atualizado.
OBS: Esse espelho NÃO é Oficial!!
PEÇA: Memoriais, com fundamento no 403, §3º
ENDEREÇAMENTO: Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoal segue abaixo uma compilação preliminar do gabarito/espelho da prova Prático-Profissional da OAB/Cespe 2009.2 na área de Direito Penal.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Essa postagem é preliminar, portanto pode haver aditamento de informações. Caso haja alguma, colocarei em vermelho para saberem que foi atualizado.</strong></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>OBS: Esse espelho NÃO é Oficial!!</strong></span></p>
<p>PEÇA: Memoriais, com fundamento no 403, §3º</p>
<p>ENDEREÇAMENTO: Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da 9ª Vara Criminal da Circunscrição Judiciária de Planaltina-DF</p>
<p>TESES:</p>
<p>Nulidades: eu achei 3 nulidades, ausência de defesa, ausência de interrogatório na audiência de instrução e não oportunidade de suspensão condicional do processo por ser o réu primário de bons antecedentes e o crime ter pena mímina cominada menor ou igual a 1 ano, conforme artigo 89, da Lei 9.099/95.</p>
<p>Mérito: Absolvição por falta de justa causa (atipicidade da conduta, pois havia justificação pelo não pagamento das pensões) + Punição Excessiva 244 cc com o 61 do CPP é &#8220;bis in idem&#8221;, pois já é elemento do tipo penal a conduta contra descendente.</p>
<p style="color: #ff0000;">Adicione-se aqui a tese de o réu não ter o dolo de deixar de pagar as pensões, pois como foi provado na oitiva da testemunha de acusação, ele pagava de maneira irregular a pensão para o filho menor. Dessa forma, como o elemento subjetivo do tipo é o dolo e na conduta dele não houve o dolo, há de se falar em atipicidade (pois o crime não prevê a modalidade culposa). </p>
<p>Pedido: Anulação &#8220;ab initio&#8221; do processo + Absolvição no 386, III + <del datetime="2009-11-06T23:07:17+00:00">Desclassificação</del> Desconsideração da causa de aumento de pena. A peça era datada em 22/06/2009 pela contagem do prazo dos memoriais.</p>
<p>QUESTÕES:</p>
<p>[1]</p>
<p>A apelação era tempestiva pois o prazo para interposição é de 5 (cinco) dias, como é um prazo processual, exclui-se o primeiro e inclui-se o ultimo dia, desprezando sábados, domingos e feriados. Como o prazo terminava no sábado, o ultimo dia para interposição seria no próximo dia útil, ou seja na segunda-feira dia 15.</p>
<p>[2]</p>
<p>Caberia um Agravo em Execução endereçado ao Juiz da Vara das Execuções Penais e com razões remetidas ao Tribunal de Justiça, com fulcro no artigo 197, da LEP &#8211; Lei de Execuções Penais.</p>
<p>O fundamento legal seria o reconhecimento do crime continuado do Artigo 71 do Código Penal, pelas circunstâncias do delito narrado no problema. A competência para decidir sobre unificação das penas é do Juiz da VEP, por força do artigo 66, III, &#8220;a&#8221; da LEP.</p>
<p>[3]</p>
<p>Cabe a sustentação do<span style="background-color: #ffffff;"> &#8220;non reformatio in pejus&#8221; indireto porque não pode ser o réu condenado a pena mais severa, mesmo quando a sentença anterior for anulada por incompetência absoluta do juízo (nulidade absoluta) quando a acusação não recorre e há somente recurso da defesa. Segundo Nucci, se assim fosse, seria melhor para o réu que recorreu, que a pena fosse a mesma da sentença proferida pelo juizo incompetente, mesmo que viciada pela nulidade. </span></p>
<p><span style="background-color: #ffffff;">Además a CESPE ultimamente tem aceitado as teses que são mais benéficas ao réu.</span></p>
<p><span style="background-color: #ffffff;">[4]</span></p>
<p>Houve o <em>abolitio criminis </em>de acordo com o artigo 2º do CP, dessa forma cabe ao Juiz da Vara das Execuções , por força do artigo 66, I da LEP reconhecer a causa de despenalização. Ainda mencionei, não sei se por excesso de zelo, que o Juíz da VEP deveria expedir o contra mandado de prisão, já que o réu está a iminência de ser preso pois a sentença condenatória já transitou em julgado e ele ainda não iniciou o cumprimento da pena, para evitar o constrangimento ilegal.</p>
<p>Porém há quem tenha colocado que houve o NOVATIO IN MELLIUS, pois o fato não deixou de ser crime, apenas teve sua pena abrandada. Mas o resto da fundamentação é o mesmo.</p>
<p>Atualização: </p>
<p style="color: #ff0000;">Depois de um aprofundamento no tema, encontramos no mínimo três ou quatro posições doutrinarias/jurisprudenciais[1]:<br />
1) o art. 28 faz parte do direito penal e é &#8220;crime&#8221; (STF, RE 430.105-9-RJ, rel. Min. Sepulveda Pertence, j. 13.02.2007); houve mera depenalização, não se podendo falar em <em>abolitio criminis</em>;</br><br />
2) o art. 28 pertence ao direito penal, mas não constitui &#8220;crime&#8221;, sim uma infração penal <em> sui generis</em> (Luiz Flávio Gomes); Houve descriminalização formal e ao mesmo tempo despenalização, mas não <em>abolitio criminis</em>;</br><br />
3) o art. 28 pertence ao direito penal, sim, é uma infraççao do direito judicial sancionador (Alice Bianchini), seja quando a sanção alternativa é fixada em transação penal, seja quando imposta em sentença final (no procedimento sumaríssimo da Lei dos Juizados Especiais), tendo ocorrido descriminalização substancial (ou seja, <em>abolitio criminis</em>)</br><br />
4) para reforcar o coro de que ocorreu a abolitio criminis, agrumenta-se que &#8220;por força da Lei de Introdução ao Código Penal (art. 1º) &#8216;considera-se crime a infração penal a que a lei comina pena de reclusao ou detenlçao, quer isoladamente, quer alternativa ou cumuladamente com a pena de multa; contravenção, a infração a que a lei comina, isoladamente, pena de prosao simples ou de multa, ou ambas, alternativa ou cumulativamente&#8217;&#8221; (cf Dec. -lei 3.914/41)&#8221;[2]</br><br />
De toda sorte, o que pode sair no espelho oficial é a posição do STF (não há abolitio), ocorrendo somente o <em>novatio in mellius</em>, embora a fundamentação seja a mesma no que se refere a competência e base legal para o reconhecimento de qualquer causa que diminua ou exclua a pena.<br />
<small>[1] &#8211; GOMES, Luiz Flavio et al. <strong>Legislação Criminal Especial.</strong> p.169. Editora RT. São Paulo, 2009</small><br />
<small>[2] &#8211; GOMES, Luiz Flavio et al. <strong>Legislação Criminal Especial.</strong>  p.167. Editora RT. São Paulo, 2009</small>
</p>
<p>[5]</p>
<p>A denuncia deveria ser rejeitada por falta de condição de procedibilidade, com fundamento no artigo 395, II do CPP. Inclusive tem jurisprudencia do TJSP a respeito do caso, pois para que a ação penal seja ajuizada, deve-se exaurir a esfera administrativa para a aferição do crédito tributário nos crimes contra a ordem tributária (sonegação nesse caso), sem isso não há de se falar em condição para prosseguir a ação. Inclusive é esse o endendimento do STF.</p>
<p>Sempre lembrando que esse espelho não é oficial e pode divergir com o que vai sair no dia 17/11. Boa sorte a todos!!</p>
<p>CHAT:<br />
Para o pessoal discutir o tema:<br />
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<div style='width:450px;text-align:center;'><small><a href='http://chatroll.com/penal-segunda-fase-oab-2009-2' style='color:#0000FF;'>Penal Segunda Fase OAB 2009.3 &#8211; Fullscreen</a></small></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Saiu o listão 1ª fase oficial da OAB unificada CESPE</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 01:22:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogenes</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Gente, para ter acesso ao listão contendo o nome dos aprovados na primeira fase da OAB/CESPE unificada clique aqui.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gente, para ter acesso ao listão contendo o nome dos <a href="http://www.cespe.unb.br/concursos/OAB2009_2">aprovados na primeira fase da OAB/CESPE unificada clique aqui</a>.</p>
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		<title>OAB e a leitura do Código</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 13:12:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Américo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[OAB leitura fria da lei]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na faculdade não somos instigados a efetuar e começar os estudos pela leitura da letra fira da Lei, cercamos os nossos conhecimentos de doutrina, artigos e por último vem a Lei.</p>
<p>Fazendo as últimas provas da OAB de 2007 para cá, percebi que em mais de 80% das questões são remetidas ao código, não acredita faça uma experiência. Leia no Código de Processo Penal, as questões relativas a competência que vai do artigo 69 até o 91 e depois responda questões da OAB referentes ao tema competência, verá que é verdade.</p>
<p>Abraços.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Livros indicados para o concuros</title>
		<link>http://www.letrajuridica.com.br/2009/04/25/livros-indicados-para-o-concuros/</link>
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		<pubDate>Sat, 25 Apr 2009 21:55:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Américo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Concursos]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Livros para concurso]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O amigo Josivaldo me pediu uma relação de livros para concurso, que fique claro que eu não me acho a pessoa mais indicada para indicar livros, mas atendendo o apelo do amigo segue a lista.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="color: red;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">GRUPO I – DIREITO PÚBLICO</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span class="postbody1"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong><span style="color: red;">Constitucional</span></strong><span style="color: red;"> </span></span></span></span><span style="color: red;"><br />
</span><span class="postbody1"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Paulo Bonavides </span><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><br />
<span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">José Afonso da Silva </span></strong></span><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><br />
<span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span class="postbody1">Alexandre de Moraes </span><br />
<span class="postbody1">Luís Roberto Barroso (hermenêutica e artigos)</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span class="postbody1"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Vicente Paulo e Marcelo Alexandrino</span></strong></span><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><br />
</strong><br />
<span class="postbody1"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong><span style="color: red;">Direitos Humanos</span></strong><span style="color: red;"> </span></span></span></span><span style="color: red;"><br />
</span><span class="postbody1"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Alexandre de Moraes </span></strong></span><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><br />
<span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span class="postbody1">Flávia Piovesan </span><br />
</span></span></strong><br />
<span class="postbody1"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong><span style="color: red;">Administrativo</span></strong><span style="color: red;"> </span></span></span></span><span style="color: red;"><br />
</span><span class="postbody1"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Bandeira de Melo </span></strong></span><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><br />
<span class="postbody1"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Di Pietro</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span class="postbody1"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Vicente Paulo e Marcelo Alexandrino</span></strong></span><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><br />
</strong><br />
<span class="postbody1"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong><span style="color: red;">Ambiental</span></strong><span style="color: red;"> </span></span></span></span><span style="color: red;"><br />
</span><span class="postbody1"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Édis Milaré </span></strong></span><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><br />
</strong><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span class="postbody1">José Afonso da Silva </span><br />
<span class="postbody1">Celso Antonio Fiorillo e Marcelo Abelha Rodrigues </span><br />
<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Luís Paulo Sirvinska</strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span class="postbody1"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong><span style="color: red;">Tributário</span></strong><span style="color: red;"> </span></span></span></span><span style="color: red;"><br />
</span><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span class="postbody1">Kiyoshi Harada </span><br />
<span class="postbody1">Hugo de Brito Machado </span><br />
<span class="postbody1">Paulo de Barros Carvalho </span><br />
<span class="postbody1">Leandro Pausen </span><br />
<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Ricardo Lobo Torres</strong></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Vicente Paulo e Marcelo Alexandrino</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: small;"></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span class="postbody1"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><strong><span style="color: red;">Financeiro</span></strong><span style="color: red;"> </span></span></span></span><span style="color: red;"><br />
</span><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><span class="postbody1">Kiyoshi Harada </span><br />
<span class="postbody1"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Luiz Emygdio </strong></span></span></span><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><br />
<span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Ricardo Lobo Torres</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span class="postbody1"><span style="font-size: 12pt; font-family: &quot;Times New Roman&quot;; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: AR-SA; mso-bidi-language: AR-SA;">Valdecir Pascoal (Ed. Impetus)</span></span></p>
<p> <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="color: red;">GRUPO II &#8211; DIREITO PRIVADO</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span class="postbody1"><strong><span style="color: red;">Econômico</span></strong><span style="color: red;"> </span></span><span style="color: red;"><br />
</span><span class="postbody1"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Eros Grau </strong></span><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><br />
<span class="postbody1">Paula Forgione – Ed. RT </span><br />
</strong><span class="postbody1">Celso Ribeiro Bastos </span></p>
<p><span class="postbody1"><strong><span style="color: red;">Consumidor</span></strong><span style="color: red;"> </span></span><span style="color: red;"><br />
</span><span class="postbody1">João Batista de Almeida </span><br />
<span class="postbody1">Rizzato Nunes </span><br />
<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">CDC autores do CDC</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Claudia Lima Marques</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span class="postbody1"><strong><span style="color: red;">Direito Civil</span></strong><span style="color: red;"> </span></span><span style="color: red;"><br />
</span><span class="postbody1"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">César Fiúza </strong></span><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><br />
</strong><span class="postbody1">Venosa </span><br />
<span class="postbody1"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Gustavo Tepedino </strong></span><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><br />
</strong><span class="postbody1">Maria Helena Diniz </span><br />
<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Sinopse</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Pablo Stolze</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span class="postbody1"><strong><span style="color: red;">Processo Civil</span></strong><span style="color: red;"> </span></span><span style="color: red;"><br />
</span><span class="postbody1"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Dinamarco</strong> – Instituições de Direito Processual Civil, A nova era do processo civil e o Manual escrito com Arenhart </span><br />
<span class="postbody1"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Marinoni </strong></span><br />
<span class="postbody1">Teori Zavaski (Execuções) </span><br />
<span class="postbody1">Mancuso (ACP) </span><br />
<span class="postbody1">Hely Lopes (MS) </span><br />
<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Joaquim Barbosa Moreira </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">Marcato<span style="mso-spacerun: yes;">  </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="color: red;">GRUPO III &#8211; CRIMINAL</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span class="postbody1"><strong><span style="color: red;">Eleitoral</span></strong><span style="color: red;"> </span></span><span style="color: red;"><br />
</span><span class="postbody1">Marcos Ramayana </span><br />
<span class="postbody1">Thales Tácito </span><br />
<span class="postbody1"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Vera Maria Nunes Michels </strong></span><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><br />
Adriano Soares da Costa</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> <br />
<span class="postbody1"><strong><span style="color: red;">Penal</span></strong><span style="color: red;"> </span></span><span style="color: red;"><br />
</span><span class="postbody1">Rogério Greco e Zaffaroni (Parte Geral) </span><br />
<span class="postbody1">Capez (Legislação Especial) </span><br />
<span class="postbody1">Nucci (Parte Especial) </span><br />
<span class="postbody1">Mirabeti </span><br />
<span class="postbody1">Luiz Regis Prado – Penal Econômico </span><br />
<span class="postbody1">Luiz Flávio Gomes – Teoria Constitucionalista do Delito </span><br />
<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Fragoso</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">CLFonteles</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Paulo de Souza Queiroz – Proc. República </strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong></strong><br />
<span class="postbody1"><strong><span style="color: red;">Processo Penal</span></strong><span style="color: red;"> </span></span><span style="color: red;"><br />
</span><span class="postbody1"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Eugênio Pacelli </strong></span><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><br />
</strong><span class="postbody1">Ada Pellegrini (Nulidades) </span><br />
<strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">Denílson </strong>Feitosa <br style="mso-special-character: line-break;" /></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span class="postbody1">ALÉM DOS INFORMATIVOS DO STF PARA TODAS AS MATÉRIAS </span><br />
<span class="postbody1">Quem tiver novas sugestões de bibliografia ou críticas aos autores acima mencionados, favor manifestar-se. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span class="postbody1">Abraços.</span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Atualização sobre o concurso do TRF 5</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Apr 2008 02:11:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diogenes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Concursos]]></category>
		<category><![CDATA[concurso]]></category>
		<category><![CDATA[trf5]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá pessoal, primeiramente gostaria de me desculpar pela demora em postar novidades para vocês, mas a partir de agora vou tentar postar no mínimo semanalmente. O intuito dessa postagem, como o título sugere, é de dar notícias sobre o concurso do TRF 5ª região e sobre a ação civil pública que está sendo movida pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá pessoal, primeiramente gostaria de me desculpar pela demora em postar novidades para vocês, mas a partir de agora vou tentar postar no mínimo semanalmente. O intuito dessa postagem, como o título sugere, é de dar notícias sobre o concurso do TRF 5ª região e sobre a ação civil pública que está sendo movida pelo MPF/AL.</p>
<p>Como sabem, o concurso se realizou normalmente na data prevista (16 de Março), pois o Juíz da 2ª Vara da Justica Federal em Alagoas negou pedido de liminar feito pelo MPF/AL. Veja alguns trechos da decisão do magistrado:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;As aspirações de milhares de jovens em ingressar no serviço público federal tem exigido da administração a adoção de providências que se agigantam a cada novo concurso público. A escolha da entidade elaboradora das provas, a fixação dos locais de provas, horários e diversas outras medidas administrativas à viabilização do certame são notórias, assim como, por parte dos candidatos &#8211; oriundos de quase todos os Estados &#8211; , tem-se os seus deslocamentos, hospedagens, tudo isso antecedido de muito estudo e investimento. &#8220;</em></p>
<p><em>(&#8230;)</em></p>
<p><em>Esta realidade, (&#8230;) ,com o iminente adiamento das provas, é providência que se reveste de natureza excepcionalíssima, somente se justificando caso os apontados vícios no edital se apresentem insanáveis e também manifestos e indubitáveis, o que não reputo configurado na espécie. </em></p>
<p><em>(&#8230;)</em></p>
<p><em>Os interessados e as entidades representativas deixaram fluir o prazo do edital, somente vindo a juízo às vésperas do certame, o que, refriso, não se me mostra justificado nem razoável.<br />
Pelo exposto, indefiro o pleito liminar. </em>&#8220;</p></blockquote>
<p>Para ver o texto na íntegra, faça uma consulta com o número: 2008.80.00.000742-4 <a href="http://200.172.126.3/tebasconsulta/cons_procs.asp">clicando aqui</a>.</p>
<p>O MPF ainda tentou agravar da decisão do juiz, mas teve seu agravo improvido. Entretanto, na voz do Procurador José Rômulo Silva Almeida afirma que ainda pretende prosseguir no feito e ver o concurso, de fato, anulado.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>O CONCURSO DO TRF 5ª REGIÃO PODE SER ADIADO E ATÉ MESMO ANULADO</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Mar 2008 11:49:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Américo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Concursos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O MPF/AL, entrou com uma ação civil publica para que o concurso do TRF5ª Região seja  adiado. Ação civil pública questiona critérios de preenchimento de para vagas de deficientes O Ministério Público Federal em Alagoas (MPF/AL) ajuizou ação civil pública com pedido de liminar para que sejam feitas mudanças no edital e a reabertura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><small><font style="font-family: verdana;" size="3"><small>O MPF/AL, entrou com uma ação civil publica para que o concurso do TRF5ª Região seja  adiado. Ação civil pública questiona critérios de preenchimento de para vagas de deficientes </small></font><font style="font-family: verdana;" size="3"><small>O Ministério Público Federal em Alagoas (MPF/AL) ajuizou ação civil pública com pedido de liminar para que sejam feitas mudanças no edital e a reabertura das inscrições do concurso para analista e técnico judiciário, organizado pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5).</small></font><br style="font-family: verdana;" /><br style="font-family: verdana;" /><font style="font-family: verdana;" size="3"><small> As provas do concurso estão previstas para o dia 16 de março. </small></font><font style="font-family: verdana;" size="3"><small>As mudanças dizem respeito às regras de preenchimento das vagas destinadas a portadores de deficiência e à previsão de isenção para candidatos hipossuficientes economicamente. Foi pedida a republicação do edital com as possibilidades de isenção de taxa e abertura de novo prazo de inscrição.</small></font><br style="font-family: verdana;" /><br style="font-family: verdana;" /><font style="font-family: verdana;" size="3"><small> A ação foi proposta contra a União Federal e a Fundação Carlos Chagas, organizadora do concurso.</small></font><font style="font-family: verdana;" size="3"><small><strong><u>Rômulo Almeida explica que caso a liminar não seja concedida e o concurso seja realizado sem as modificações no edital, a ação civil pública terá continuidade com o objetivo de obter a decretação da nulidade do concurso</u></strong>. “A paralisação imediata, e conseqüentemente o ajuste do edital, é a melhor solução, haja visto que uma eventual nulidade posterior traria muito mais prejuízo para a própria União e para os demais candidatos já inscritos”, observa o procurador.</small></font><br style="font-family: verdana;" /><br style="font-family: verdana;" /><font style="font-family: verdana;" size="3"><small>A ação civil pública foi distribuída à 2ª da Justiça Federal e registrada sob o número 2008.80.00.000742-4 </small></font><font style="font-family: verdana;" size="3"><small>Para ler a íntegra da ação, clique </small></font><a style="font-family: verdana;" href="http://www.pral.mpf.gov.br/docs/acoes/acps/acp_concurso_trf5.pdf"><font size="3"><small>aqui</small></font></a><font style="font-family: verdana;" size="3"><small> </small></font><font style="font-family: verdana;" size="3"><small> </small></font><br style="font-family: verdana;" /><br style="font-family: verdana;" /><font style="font-family: verdana;" size="3"><small>A que diga que é melhor que o concurso seja adiado, para que possa estudar mais, mas existem pessoas que  não aceitam que  tal fato ocorra. </small></font><br style="font-family: verdana;" /><br style="font-family: verdana;" /><font style="font-family: verdana;" size="3"><small> </small></font><font style="font-family: verdana;" size="3"><small>O que você acha. </small></font><font style="font-family: verdana;" size="3"><small> </small></font><font style="font-family: verdana;" size="3"><small>Abraços. </small></font><font style="font-family: verdana;" size="3"><small> </small></font><font style="font-family: verdana;" size="3"><small>João Américo. </small></font></small></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Questões para concurso de Direito Processual Civil! Responda</title>
		<link>http://www.letrajuridica.com.br/2008/03/03/questoes-para-concurso-de-direito-processual-civil-responda/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Mar 2008 11:13:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Américo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Concursos]]></category>
		<category><![CDATA[Vida de Estudante]]></category>

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		<description><![CDATA[1. O princípio informativo que inspirou, nitidamente, a regra do art. 301 do CPC, que estabelece uma ordem, preceituando devam ser as questões preliminares alegadas antes do mérito é o princípio:
a) da adequação da defesa;
b) jurídico-dogmático;
c) lógico-sistemático;
d) lógico;
e) da economia.
2. Trata do princípio da isonomia:
a) a regra que afirma a participação, no processo, do terceiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: bold;">1. O princípio informativo que inspirou, nitidamente, a regra do art. 301 do CPC, que estabelece uma ordem, preceituando devam ser as questões preliminares alegadas antes do mérito é o princípio:</span></p>
<p>a) da adequação da defesa;</p>
<p>b) jurídico-dogmático;</p>
<p>c) lógico-sistemático;</p>
<p>d) lógico;</p>
<p>e) da economia.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">2. Trata do princípio da isonomia:</span></p>
<p>a) a regra que afirma a participação, no processo, do terceiro interessado;</p>
<p>b) a regra que atribui, ao réu, prazo para se defender;</p>
<p>c) a regra que se refere à nomeação de curador especial ao réu revel citado por edital;</p>
<p>d) a regra que permite ao réu a juntada de documentos, aos autos.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">3. Devido processo legal formal e substancial referem-se, respectivamente, ao:</span></p>
<p>a) processo célere e leal;</p>
<p>b) procedimento adequado e decisão justa;</p>
<p>c) procedimento resguardando os princípios fundamentais e decisão resguardando o direito material-constitucional;</p>
<p>d) procedimento e decisão na forma da lei processual civil.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">4. A decisão imotivada conduz à:</span></p>
<p>a) nulidade do processo;</p>
<p>b) nulidade do procedimento;</p>
<p>c) extinção do processo;</p>
<p>d) nulidade da decisão.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">5. Quando o juiz determina ex officio a produção de uma determinada prova:</span></p>
<p>a) Ocorre uma ilegalidade porque a prova beneficia uma parte e prejudica outra, ofendendo ao princípio da imparcialidade do juiz;</p>
<p>b) Ocorre uma arbitrariedade porque o juiz não pode determinar prova de ofício, já que, pelo princípio da iniciativa da parte, ele só pode agir a requerimento de algum dos litigantes;</p>
<p>c) Não ocorre ilegalidade porque só aparentemente a atuação do juiz ofende ao princípio do contraditório;</p>
<p>d) Não ocorre ilegalidade porque ao juiz é conferido o poder de instrução, independentemente de requerimento das partes e do Ministério Público.<br />
<span id="more-46"></span><br />
<br style="font-weight: bold;" /><span style="font-weight: bold;">6. É incorreto afirmar:</span></p>
<p>a) A CF/88 parece jamais admitir qualquer tipo de prova cuja obtenção tenha sido ilícita. Porém, não existe regra absoluta no sistema jurídico;</p>
<p>b) A lei somente restringe a publicidade dos atos quando a defesa do interesse social o exigir;</p>
<p>c) Devido processo legal é princípio que significa sobretudo garantia de um processo justo;</p>
<p>d) Duplo grau de jurisdição consiste no direito da parte perdedora da causa de acurdir a outro órgão jurisdicional, com idêntico poder de amplitude de conhecimento do órgão recorrido, para que este reexamine a matéria precedente.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">7. Sobre o litígio e a atividade jurisdicional do Estado, é incorreto dizer:</span></p>
<p>a) Nos grupamentos onde não há o menor resquício de civilização, vigora o regime da justiça privada;</p>
<p>b) O Estado somente atua quando é chamado pelos interessados e quando há um conflito de interesses;</p>
<p>c) A jurisdição é uma das funções específicas do Estado;</p>
<p>d) O Estado pode ser chamado para prestar função jurisdicional mesmo quando não há litígio;</p>
<p>e) A jurisdição tem caráter substitutivo da vontades dos litigantes.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">8. As alternativas abaixo indicam exemplos de economia processual, exceto:</span></p>
<p>a) quando o juiz indefere a petição que inicia o processo ao recebê-la, como no caso de faltar requisitos mínimos de desenvolvimento ou de constituição válida do processo;</p>
<p>b) quando o juiz indefere diligências processuais inúteis ou protelatórias;</p>
<p>c) quando o juiz indefere a apresentação do rol de testemunhas porque a parte perdeu a oportunidade de fazê-lo;</p>
<p>d) quando a prova é meramente documental e o juiz julga antecipadamente o processo, sem ouvir testemunhas.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">9. Não constitui ato jurisdicional:</span></p>
<p>a) a prolação de decisões em feitos contenciosos;</p>
<p>b) a execução das decisões;</p>
<p>c) as medidas preventivas tomadas pelos juízes;</p>
<p>d) o comando do processo eleitoral, feito pelo juiz;</p>
<p>e) todas as alternativas revelam atividade jurisdicional.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">10. Sobre o princípio da isonomia, é incorreto dizer:</span></p>
<p>a) busca garantir a igualdade processual, impedindo que o juiz ou a lei conceda benefícios a alguma parte sem fazê-lo em relação à outra;</p>
<p>b) significa tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais, na exata medida de suas desigualdades;</p>
<p>c) é oriundo do princípio do devido processo legal;</p>
<p>d) supõe-se que os indivíduos estejam numa situação fática, real e concreta de igualdade, pois, se não tiverem, impõe-se a igualização.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">11. A legislação constitucional e infraconstitucional brasileira estabelece que as decisões devem ser motivadas. Cuida-se do princípio da motivação das decisões. Sobre esse princípio é incorreto afirmar:</span></p>
<p>a) significa que o juiz deve mencionar os fudamentos de fato e de direito em que se baseou para decidir a causa;</p>
<p>b) caso não seja obedecido implica na nulidade do processo;</p>
<p>c) não se consideram fundamentadas as decisões que proclamam: “segundo os documentos e testemunhas ouvidas no processo, o autor tem razão, motivo pelo qual julgo o pedido procedente”;</p>
<p>d) admite-se a decisão que adota as razões do Ministério Público como sua fundamentação, desde que o MP tenha se pronunciado motivadamente;</p>
<p>e) Normalmente a Constituição não contém norma sancionadora, mas, nesse caso, sim.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">12. Assinale a alternativa incorreta. A jurisdição tem:</span></p>
<p>a) natureza funcional, cuja finalidade é prever as situações que constituem conflitos de interesses concretos;</p>
<p>b) natureza funcional, cuja finalidade é manter o ordenamento jurídico no caso concreto;</p>
<p>c) natureza funcional, mas existem outros meios de resolução de conflitos de interesses;</p>
<p>d) por objetivo a pacificação e a realização do direito no caso concreto;</p>
<p>e) sido reconhecida como inicialmente inerte.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">13. Segundo a técnica jurídico-processual, lide é sinônimo de:</span></p>
<p>a) mérito da causa;</p>
<p>b) conflito de interesses qualificado pela pretensão resistida;</p>
<p>c) pretensão da parte que busca a satisfação de seu interesse;</p>
<p>d) resistência daquele que cria um obstáculo ao direito material de outrem.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">14. O Estado tem o propósito de monopolizar o controle das situações em que se exige a solução de um conflito de interesses. Nesta ordem, assinale a alternativa correta.</span></p>
<p>a) A autotutela é a regra geral do direito processual;</p>
<p>b) Arbitragem é instituto em que se dá ao sujeito capaz o poder de escolher uma via não estatal para a solução de conflitos de interesses relacionados a direitos indisponíveis;</p>
<p>c) Ocorre a autocomposição quando os litigantes efetivam comunhão de vontades;</p>
<p>d) A atividade jurisdicional é a função do Estado que tem por objetivo criar as leis que organizam a vida social.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">15. Assinale a alternativa incorreta.</span></p>
<p>a) Arbitragem é forma de jurisdição;</p>
<p>b) Isonomia significa igualdade processual e igualdade substancial;</p>
<p>c) A prova moralmente legítima é considerada por parte da doutrina como sendo lícita;</p>
<p>d) No Brasil só há um tipo de Tribunal de Exceção que é destinado à justiça desportiva.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">16. Competência. Assinale a alternativa CORRETA.</span></p>
<p>a. Perpetuatio jurisdicionis significa que a competência é firmada na ocasião da propositura da ação:</p>
<p>b. As modificações da situação de fato posteriores à propositura da ação são consideradas normalmente no deslinde do processo;</p>
<p>c. Se a competência foi firmada em razão do domicílio do réu e este, ao depois, mudar de domicílio, a competência também se altera;</p>
<p>d. A supressão ou criação de órgão jurisdicional não implica em modificação da competência</p>
<p><span style="font-weight: bold;">17. Assinale a alternativa correta.</span></p>
<p>e. Competência absoluta é aquela que somente pode ser modificada em casos excepcionais;</p>
<p>f. Competência relativa diz respeito à competência funcional;</p>
<p>g. A incompetência absoluta pode ser alegada até o último momento antes da sentença;</p>
<p>h. Absoluta é a competência prorrogável e relativa a improrrogável.</p>
<p>i. Todas as alternativas estão corretas.</p>
<p>Depois passarei o gabarito.</p>
<p>Abraços aos Irmãos de guerra concurseiros!</p>
<p>João Américo.</p>
<p>EDIT:</p>
<p>Gabarito das questões<br />
GABARITO &#8211; DIREITO PROCESSUAL CIVIL</p>
<p>1 – d</p>
<p>2 – c</p>
<p>3 – b</p>
<p>4 – d</p>
<p>5 – d</p>
<p>6 – b</p>
<p>7 – d</p>
<p>8 – c</p>
<p>9 – d</p>
<p>10 – a</p>
<p>11 – b e c</p>
<p>12 – a</p>
<p>13 – b</p>
<p>14 – c</p>
<p>15 – d</p>
<p>16 – a</p>
<p>17 &#8211; a</p>
]]></content:encoded>
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