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	<title>Comentários sobre: O Caso Dollabela e a Lei Maria da Penha</title>
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	<description>Seu blog sobre Direito</description>
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		<title>Por: João Américo</title>
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		<dc:creator>João Américo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 00:50:25 +0000</pubDate>
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		<description>Foi ótima a participação do amigo no site, o que foi acima relatado me remete ao livro de Saulo Ramos, O Código da Vida. No referido livro o autor, traz como trama principal a história de uma mulher que processa o ex-marido por ter ele, iveridicamente ter tido relações incestuosas com os seus filhos. O que aconteceu naverade foi um fato inventado pela mulher. Com autoridade Madyson Alves Oliveira, diz que o homem tem que se acautelar para que o erro não aconteça. A lei tronou a mulher vitíma suprema.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Foi ótima a participação do amigo no site, o que foi acima relatado me remete ao livro de Saulo Ramos, O Código da Vida. No referido livro o autor, traz como trama principal a história de uma mulher que processa o ex-marido por ter ele, iveridicamente ter tido relações incestuosas com os seus filhos. O que aconteceu naverade foi um fato inventado pela mulher. Com autoridade Madyson Alves Oliveira, diz que o homem tem que se acautelar para que o erro não aconteça. A lei tronou a mulher vitíma suprema.</p>
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		<title>Por: Madyson Alves Oliveira</title>
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		<dc:creator>Madyson Alves Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 14:39:52 +0000</pubDate>
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		<description>Congratulo os mentores e legisladores que criaram esta lei( Lei Maria da Penha ), almejando de fato, propósitos louváveis. No entanto, sou obrigado a me incluir como uma das primeiras vítimas de sua má formulação e consequente promulgação, quando fui afastado do meu domicílio e da convivência de meu único filho, através de denúncia caluniosa e absurda. Utilizando-se de maus profissionais do direito, foram lavrados B.O.&#039;s controversos e manipuladores, que inicialmente não foram aceitos por um promotor.Porém bastou inserir o magistrado como possível responsável futuro em riscos iminentes à mulher que a inicial teve seu êxito. Sabendo-se da morosidade na apuração da verdade, apostou-se num possível desequilíbrio e exaustão da minha parte, onde talvez resultasse em aceitar termos inalcançáveis por outros meios naturais.Alerto hoje, aqueles homens que também mantém convivência com mulheres portadoras de desequilibrios psicológicos a não vacilarem e não terem compaixão como eu e buscarem incansávelmente meios de, antecipando o pior, provas de condutas da convivente que comprometam a harmonia do convívio, sob pena de asumirem o lugar de réus, havendo portanto inversão das posições. Se possível relatem aos orgãos competentes e armem-se de antemão. Não façam como eu, que desprezei o aconselhamento de pessoas que previram estes desfechos, quando temendo as conquências negativas impostas á mulher caso a denunciasse, declinei e acabei como responsável por fatos inexistentes. Numa hora dessas, quando faltando recursos financeiros hábeis para a defesa tudo pode acontecer de errado. Rogo sempre para aqueles que hoje cumprem o que reza a lei, não se acometam das mesmas míopias daqueles que me julgaram.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Congratulo os mentores e legisladores que criaram esta lei( Lei Maria da Penha ), almejando de fato, propósitos louváveis. No entanto, sou obrigado a me incluir como uma das primeiras vítimas de sua má formulação e consequente promulgação, quando fui afastado do meu domicílio e da convivência de meu único filho, através de denúncia caluniosa e absurda. Utilizando-se de maus profissionais do direito, foram lavrados B.O.&#8217;s controversos e manipuladores, que inicialmente não foram aceitos por um promotor.Porém bastou inserir o magistrado como possível responsável futuro em riscos iminentes à mulher que a inicial teve seu êxito. Sabendo-se da morosidade na apuração da verdade, apostou-se num possível desequilíbrio e exaustão da minha parte, onde talvez resultasse em aceitar termos inalcançáveis por outros meios naturais.Alerto hoje, aqueles homens que também mantém convivência com mulheres portadoras de desequilibrios psicológicos a não vacilarem e não terem compaixão como eu e buscarem incansávelmente meios de, antecipando o pior, provas de condutas da convivente que comprometam a harmonia do convívio, sob pena de asumirem o lugar de réus, havendo portanto inversão das posições. Se possível relatem aos orgãos competentes e armem-se de antemão. Não façam como eu, que desprezei o aconselhamento de pessoas que previram estes desfechos, quando temendo as conquências negativas impostas á mulher caso a denunciasse, declinei e acabei como responsável por fatos inexistentes. Numa hora dessas, quando faltando recursos financeiros hábeis para a defesa tudo pode acontecer de errado. Rogo sempre para aqueles que hoje cumprem o que reza a lei, não se acometam das mesmas míopias daqueles que me julgaram.</p>
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		<title>Por: João Américo</title>
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		<dc:creator>João Américo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 13:03:30 +0000</pubDate>
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		<description>Muitos bons argumentos, concordo com a medida acauteladora da lei Maria da Penha, que só vem acrecentar e defender a mulheres. Bom Artigo. Parabéns</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muitos bons argumentos, concordo com a medida acauteladora da lei Maria da Penha, que só vem acrecentar e defender a mulheres. Bom Artigo. Parabéns</p>
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