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Se nos fosse perguntado dentre todas as matérias estudadas na fase pré-escolar até o ensino médio qual a importância da ecologia, provavelmente a grande maioria relegaria o seu estudo ao segundo plano, ou simplesmente diria: PARA QUE ESTUDAR ECOLOGIA?!

 

                                    Pois bem. Nos últimos tempos a mídia tem se encarregado de fazer previsões apocalípticas e catastróficas de como será a vida no planeta daqui a alguns anos, fruto do aquecimento global e da destruição em massa das mais variáreis biodiversidades do planeta. Desse modo, cabe uma afirmação: a de que o ser humano não está separado da natureza, ele faz parte da natureza, ou seja, somos a natureza.

 

                                    A compreensão de que somos superiores a todo resto de vida existente no planeta é errado. A humanidade ao longo da história tem destruído e consumido os recursos minerais hídricos e demais riquezas naturais. Daí que devemos ter uma nova postura em relação à natureza e a ecologia. O que era antes assunto restrito a ambientalistas, como se sabe, não o é mais.

 

                                    Os problemas ambientais podem ser sim catastróficos! Para que se possa mudar esse quadro é necessária uma nova postura de toda a sociedade. A estrutura legal vigente não pode se furtar de dar a sua parcela de contribuição para a preservação da natureza e de toda a biodiversidade existente nesse grandioso país.

 

                                    Para proteger o meio ambiente o Brasil dispõem de uma vasta legislação ambiental, mas não tem na mesma medida órgãos dotados de fiscalização para que as determinações legais tenham eficácia.

 

                                    A Carta Política de 1988 elevou a questão ambiental ao rol de proteção constitucional, topograficamente localizada no artigo 225, que diz: “Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”.

 

                                    A preservação ambiental se faz por gestos simples como a da reciclagem do lixo, utilização de transportes coletivos e uso consciente da água e demais recursos hídricos – medidas simples que podem fazer a diferença para a presente e futura geração.

 

                                    É diante de todo esse quadro entendemos que, em ano eleitoral, saber quais são as proposta dos políticos para o equilíbrio do meio ambiente é um exercício de cidadania ecológica, devendo ser exercitada por toda a sociedade. Ambientalista ou não todos devemos abraçar a causa do meio ambiente equilibrado, respeitando todas as formas de vida.

 

A todos os amigos, Saudações Ecológicas!

 

João Américo Rodrigues de Freitas

2 Comentários à “O NOVO STATUS DA ECOLOGIA.”

  1. A cada passo me surpreendo mais com vocês. Ótimos artigos como estes nos dão informação, orientam na busca de questões etc

  2. Diogenes disse:

    Olá, zulmira. Muito obrigado pelos elogios, agradecemos pela sua visita e seus comprimentos.

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