Neste sábado 20 de outubro, alguns alunos de Direito da ASCES e a Prof. Perpétua Dantas foram convidados pelo professor de português Menelau Jr. a participarem do programa Positivo exibido pela TV Jornal. O assunto do programa foi o filme Tropa de Elite e o abuso da polícia na vida dos cidadãos. Os alunos deram suas opiniões a respeito do que é mostrado no filme nacional mais badalado dos últimos meses, baseado nos contos de ex-policiais do BOPE e do livro Elite da Tropa.

Da esquerda para a direita: Diogenes (eu!), João Américo (co-autor desse blog), Ângela, Profa. Perpétua, ?, Menelau Jr., Eduardo, ?
? = depois atualizo – não sei o nome dessa pessoa, desculpe!
No decorrer do quadro, que tem como foco a língua portuguesa estudada através da música, Menelau instigou os alunos com perguntas pertinentes sobre o filme e a maneira que o jovem encara a atuação das polícias repressivas tanto no Rio de Janeiro quanto em outras cidades. Indagou sobre qual é o papel da classe média na criação (ou fomento) da violência urbana e da criminalidade, por fim colocou os alunos “contra a parede” quando perguntou se éramos contra ou a favor da tortura do seqüestrador caso um de nossos entes mais próximos fosse vítima e nós, com a finalidade de descobrir o cativeiro, tivéssemos cara a cara com ele.
De maneira geral considerei o papo super produtivo, com os esclarecimentos da professora de Direito Penal Perpétua Dantas e do nível das respostas dos alunos que foram bastante pontuais, apesar do momento de “saia justa” provocado pelo apresentador promete ser um bom quadro. Vamos ver como vai ficar na telinha a edição final.
O programa vai ao ar todos os sábados das 13h45 às 14h15 e o bate-papo vai ser exibido provavelmente dia 27/10 dependendo da disponibilidade da grade de programação da emissora e da edição do programa.
Tags: asces, policia, positivo, tortura, tropa de elite, violencia
Carrisímo amigo Diogenes, boa a notícia do Pretorium, sob o tema que vem dominando a opinião nacional, o filme Tropa de Elite.
Temos claramente uma polpulação dividida, de um lado está os que apoiam a atuação do BOPE, e de outros estão os que a reprovam, mostrando assim, algumas vezes posições hipócritas, ou de apoio deliberado da violência praticada por policiais, mas para alguns a violência vista no filme não é violência, é sim uma resposta a altura ao clamor de uma população acuada pela criminalidade.
Devemos, pois é encontrar uma saída, a saída do combate eficaz, sem violência, ou então valerá a máxima, violência se combate com a violência
João Américo Rodrigues de Freiats
Enquanto o público vibra com o que denominam o mais novo herói (Cap. Nascimento), esquece de realizar o seu papel: conscientizar os jovens a virarem as costas para as drogas e construírem uma sociedade promissora, com oportunidades para todos. Seria uma forma de deixar de alimentar o tráfico. Mas… até agora, “perdeu, perdeu!!!”.